E você encontra mais sobre o tema P R E G U I Ç A aqui ó:
quinta-feira, 27 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
De Blog em Blog - Morte
Acredito realmente que a única maneira e a mais forte de enfrentá-la é vivendo...o tempo todo e o dia inteiro...
"São só dois lados da mesma viagem..."
"Tem gente que veio só olhar...". E você? Veio só olhar?
E tem mais gente falando sobre isso aqui ó:
Raquel - Contando Pensamentos
Mah Silveira - Geny Fiorella
Dai - Baú da Maya
Emerson - Pensamentos Diretos
Maria Gabriela - Lugar de Maria
Meninas que não usam batom - No Lipstick
Bruna - BrunaCelia
Lucas - Abra o Bico
Caroline - Caroline Motta
Raquel - Vou de Scarpin
sexta-feira, 14 de maio de 2010
De Blog em Blog - Liberdade
Liberdade - Los Hermanos
Perceber aquilo que se tem de bom no viver é um dom
Daqui não,
eu vivo a vida na ilusão
Entre o chão e os ares vou sonhando em outros ares, vou
Fingindo ser o que eu já sou
Fingindo ser o que eu já sou
Mesmo sem me libertar eu vou
É, Deus,
parece que vai ser nós dois até o final
Eu vou ver o jogo se realizar de um lugar seguro
Seguro
De que vale ser aqui
De que vale ser aqui
Onde a vida é de sonhar
Liberdade
Leia também sobre LIBERDADE nesses blogs:
Raquel - Contando pensamentos
Mah Silveira - Geny Fiorella
Dai - Baú da Maya
Emerson - Pensamentos Diretos
Neide - Pensamentos de uma sonhadora
Maria Gabriela - Lugar de Maria
Meninas que não usam batom - No lipstick
Bruna - Bruna Celia
Lucas - Abra o Bico
Caroline - Caroline Motta
Raquel - Vou de Scarpin
quarta-feira, 28 de abril de 2010

Não discuto com o destino o que pintar eu assino. Paulo Leminski
(E essa vai ser minha meta de hoje em diante. Tenho dito! rs)
Ah eu achei isso aqui ó: Baú da Maya! Aliás, mais que recomendado!
sábado, 24 de abril de 2010
E pra mim...
Para Maria das Graças
Agora, que chegaste à idade avançada de quinze anos, Maria da Graça, eu te dou este livro: Alice no País das Maravilhas. Este livro é doido, Maria. Isto é, o sentido dele está em ti. Escuta: se não descobrires um sentido na loucura, acabarás louca. Aprende, pois, logo de saída para a grande vida, a ler este livro como um simples manual do sentido evidente de todas as coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu modo, pois te dou apenas umas poucas chaves entre milhares que abrem as portas da realidade. A realidade, Maria, é louca. Nem o papa, ninguém no mundo, pode responder sem pestanejar à pergunta que Alice faz à gatinha: “Fala a verdade, Dinah, já comeste um morcego?” Não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano. “Quem sou eu no mundo?” Essa indagação perplexa é o lugar comum de cada história de gente. Quantas vezes mais decifrastes essa charada, tão entranhada em ti mesma como os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira. A sozinhez (esquece essa palavra feia que inventei agora sem querer) é inevitável. Foi o que Alice falou no fundo do poço: “Estou tão cansada de estar aqui sozinha!” O importante é que conseguiu sair de lá, abrindo a porta. A porta do poço! Só as criaturas humanas (nem mesmo os grandes macacos e os cães amestrados) conseguem abrir uma porta bem fechada, e vice versa, isto é, fechar uma porta bem aberta. Somos todos tão bobos, Maria. Praticamos uma ação trivial e temos a presunção petulante de esperar dela grandes conseqüências. Quando Alice comeu o bolo, e não cresceu de tamanho, ficou no maior dos espantos. Apesar de ser isso o que acontece, geralmente, às pessoas que comem bolo. Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem toda sabedoria tem de ser grave. A gente vive errando em relação ao próximo e o jeito é pedir desculpas sete vezes ao dia: “Oh, I beg your pardon!”. Pois viver é falar de corda em casa de enforcado. Por isso te digo, para a tua sabedoria de bolso: se gostas de gato, experimenta o ponto de vista do rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: “Gostarias de gatos se fosse eu?”. Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos escritórios, nos negócios, na política, nacional e internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na literatura, até amigos, até irmãos, até marido e mulher, até namorados, todos vivem apostando corrida. São competições tão confusas, tão cheias de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos escondidos, que, quando os atletas chegam exaustos a um ponto, costumam perguntar: “A corrida terminou! Mas quem ganhou?” É bobice, Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente não sabe quem venceu. Se tiveres que ir a algum lugar, não te preocupes com a vaidade fatigante de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre aonde quiseres, ganhaste. Disse o ratinho: “Minha historia é longa e triste!” Ouvirás isso milhares de vezes. Como ouvirás a terrível variante: “Minha vida daria um romance.” Ora, como todas as vidas vividas até o fim são longas e tristes, e como todas as vidas dariam romances, pois o romance é só um jeito de contar um vida, foge, polida mas energicamente, dos homens e mulheres que suspiram e dizem: “Minha vida daria um romance!” Sobretudo dos homens. Uns chatos, irremediáveis, Maria. Os milagres acontecem sempre na vida de cada um e na vida de todos. Mas, ao contrario do que se pensa, os melhores e mais fundos milagres não acontecem de repente, mas devagar, muito devagar. Quero dizer o seguinte: a palavra depressão cairá de moda mais cedo ou mais tarde. Como talvez seja mais tarde, prepara-te para a visita do monstro, e não te desesperes ao triste pensamento de Alice: “Devo estar diminuindo de novo”. Em algum lugar há cogumelos que nos fazem crescer novamente. E escuta essa parábola perfeita: Alice tinha diminuído tanto de tamanho que tomou um camundongo como hipopótamo. Isso acontece muito, Mariazinha. Mas não sejamos ingênuos, pois o contrário também acontece. E é um outro escritor inglês que nos fala mais ou menos assim: o camundongo que expulsamos ontem passou a ser hoje um terrível rinoceronte. É isso mesmo. A alma da gente é uma maquina complicada que produz durante a vida uma quantidade imensa de camundongos que parecem hipopótamos e de rinocerontes que parecem camundongos. O jeito é rir no caso da primeira confusão e ficar em disposto para enfrentar o rinoceronte que entrou em nossos domínios disfarçado de camundongo. E como tomar o pequeno por grande e o grande por pequeno é sempre meio cômico, nunca devemos perder o bom humor. Toda pessoa deve ter três caixas para guardar humor: uma caixa grande para o humor mais ou menos barato que a gente gasta na rua com os outros; uma caixa média para o humor que a gente precisa ter quando está sozinho, para perdoares a ti mesma, para rires de ti mesma; por fim, uma caixinha preciosa, muito escondida, para as grandes ocasiões. Chamo de grandes ocasiões os momentos perigosos em que estamos cheios de dor ou de vaidade, em que sofremos a tentação de achar que fracassamos ou triunfamos, em que nos sentimos umas drogas ou muito bacanas. Cuidado Maria, com as grandes ocasiões. Por fim, mais uma palavra de bolso: às vezes uma pessoa se abandona de tal forma ao sofrimento, com tal complacência, que tem medo de não poder sair de lá. A dor também tem o seu feitiço, e este se vira contra o enfeitiçado. Por isso Alice, depois de ter chorado um lago, pensava: “Agora serei castigada, afogando-me em minhas próprias lágrimas”. Conclusão: a própria dor deve ter a sua medida: é feio, é imodesto, é vão, é perigoso ultrapassar a fronteira da nossa dor, Maria da Graça.
Paulo Mendes Campos
domingo, 6 de setembro de 2009
"Em relação a todos os atos de iniciativa e de criação existe uma verdade elementar: no momento em que nos compromissamos, a Providência Divina também se põe em movimento. Todo um fluir de acontecimentos surge a nosso favor.
Como resultado da decisão, seguem todas as formas imprevistas de coincidência, encontros e ajuda, que nenhum homem jamais poderia ter sonhado encontrar.
Qualquer coisa que você possa fazer ou sonhar, você pode começar. A coragem contém em si mesma o poder, o gênio e a magia." (Goethe)
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
...
É lindo, mas como é angustiante ver o mundo através dos olhos de uma criança tão triste.
Vou colocar aqui uma cena do filme, linda, com a música mais linda ainda do Mompou!
Beijo pra todo mundo!
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Amor
E como diria a grande Nara Leão..."Se alguém perguntar por mim, diz que fui por ai levando o violão..."
quarta-feira, 30 de julho de 2008
domingo, 27 de julho de 2008
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
"ô coba cega de onde cê veio?
do morro vemeio!
O que ce toce??
pao doce!
dá um pedacinho??
do não do não""
sábado, 22 de setembro de 2007
O dia mente a cor da noite
E o diamante a cor dos olhos
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente.
Enquanto houver você do outro lado aqui do outro
Eu consigo me orientar
Tua palavra
Tua história
Tua verdade fazendo escola
E a tua ausência fazendo silêncio em todo lugar
Metade de mim agora é assim
De um lado a poesia, o verbo e a saudade
Do outro a luta, força e coragem pra chegar no fim
E o fim
É belo incerto depende de como você vê
O novo e o credo
A fé que você deposita em você e só...
Só enquanto eu respirar vou me lembrar de você
(O Teatro Mágico - O anjo mais velho)